segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Pro dia 25...


Doe um sorriso nesse Natal...
Não te custa nada e faz a alegria de alguém...
Ou faça um pacote completo, acrescentando um abraço...
Vai fazer um bem melhor a você tanto quanto quem receberá.





ficadica. ;)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

não esqueça

seu passado, ele faz parte do que você é hoje e quem sabe o que você será no futuro....

NÃO existe a "borracha" que apague o passado.



um desabafo de "mim para mim"rs

Meu Erro.

"Eu quis dizer, você não quis escutar. Agora não peça, não me faça promessas...Eu não quero te ver nem quero acreditar que vai ser diferente, que tudo mudou...Você diz não saber o que houve de errado e o meu erro foi crer que estar ao seu lado bastaria. Ah meu Deus, era tudo o que eu queria, eu dizia o seu nome,não me abandone... Mesmo querendo eu não vou me enganar, eu conheço os seus passos, eu vejo os seus erros. Não há nada de novo e ainda somos iguais. Então não me chame,não olhe pra trás..."

Paralamas do Sucesso- Meu Erro


Esa música é tão boa que eu nem quis colocá-la em estrofes, está em prosa mesmo....Acordei pensando nela, e resolvi postar aqui. E cá entre nós? Parece uma respsota né? A uma pergunta similar do tipo "Volta pra mim?"

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Leite derramado

“Não é culpa minha se os acontecimentos às vezes me vêm à memória fora da ordem em que se produziram”



Leite derramado - Chico Buarque

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Justamente

A mudança é apenas consequência. E não condição, como muitos pensam.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

...

Tô cheia desse "caô" furado...
rs
E sim, tomando um novo rumo, novas perspecivas, novas expectativas... não dizem que a vida é feita daqueles que tentam? pois bem, persistirei tentando.


''Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois

Do que ficou pra trás
Na hora que já é!"


Lulu Santos - Já é!

uma andorinha no meu quintal.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Apenas o fim

" Entremeados por tomadas, atuações e falas metalingustica - interessantes, mas não necessariamente marcantes quanto as tiradas de referência pop de uma geração que nasceu no fim dos anos 80-, o filme faz com que nos apaixonemos pelo casal, desejando realmente que terminem juntos, no tradicional happy end que, ausente da narrativa, nos deixará inquietos e nos fará pensar no filme por horas e horas. Em momentos, se deseja o clichê e já batido desenrolar dos fatos a ter que suportar uma separação brusca, cuja explicação não nos esclarece em nenhum momento. Por que eles têm de se separar se está claro que foram feitos um para o outro? A morte cinematográfica não vem, nem a explosão do carro que separaria o espírito de um e a carne de outro, à estilo de Ghost, citado por um dos personagens. Ele fala de amor. Ela acha que é clichê. Ele acha clichê falar que falar de amor é clichê. Ele tem as melhores tiradas. Ela, tira das melhores tiradas dele.

As pessoas tendem a achar que o fim é grande, épico, um drama hollywoodiano. Mas o fim é o fim. Um ponto final. “Ou você achou que seria para sempre?”, ela questiona. O que importa realmente, o que fica – ou deveria ficar –, é tudo o que vivemos junto ao outro, os momentos felizes, os nem tanto assim, as alegrias, risos e memórias, toda a vida que passou e foi bem vivida. Eles foram felizes, viveram momentos felizes, mas agora é o fim. Apenas o fim. Para ele e para ela. " Com a atuação de Érika Mader e Gregório Duvivier

trechos retirados de overmundo
por Pedro Santos