sexta-feira, 22 de maio de 2009

Figurinhas

Vou fazer uma comparação mas é por uma boa causa e por um bom motivo: Dar valor as amizades verdadeiras.Eu posso comparar os amigos a figurinhas, daquelas que a gente compra pra completar um albúm. O albúm é a minha vida e os amigos, as figurinhas. E é assim: vc vai a banca, compra um pacotinho e vem cinco ou seis figurinhas, umas vêm repetidas e vejo que existem amigos assim, parecem todos iguais, modo de falar, modo de agir e até o modo de se vestir. Mas a alegria é completa quando vem no pacote aquela figurinha, mas eu tô falando daquela, que é porpurinada, reluzente que brilha até no escuro. Se vc já tirou a sorte grande de ganhar uma figurinha dessas , sabe do que estou falando, porque é muito dificil ter a sorte consegui-las. E são poucas e ainda valem muito mais que vários pacotinhos de figurinhas normais. E vejo que tenho a sorte do meu album ter esse tipo de figurinha, aquela que não desbota e que não descola. Não vou dizer quais são estas figurinhas, mas posso dizer uma coisa: não são repetidas (graças a Deus!) .Gosto de cada uma de um jeito especial e algumas já sabem disso...Meu albúm não está completo e nem quero qu esteja, tenho ainda muito tempo pra viver...Que essas figurinhas especias se repitam até minha velhice e que eu também seja uma destas pra alguém... :D

domingo, 10 de maio de 2009

Será que dá certo?

Essa semana fui tentar contar uma teoria mas acabei me enrolando....Aqui está a verdadeira teoria:

"A teoria do gato flutuante consiste na junção de 2 teorias. A teoria do gato, e a teoria da bolacha.

A Teoria do Gato: Já dizia Murphy, que sempre que um gato for jogado para cima, ele nunca cairá de costas, sempre de pé.

teoria gato Teoria do Gato Flutuante

A Teoria da Bolacha: Segundo Murphy,toda bolacha com manteiga que for jogada para cima, cairá com o lado da manteiga para baixo!

A soma das 2 teorias: Somando a Teoria do Gato e a Teoria da Bolacha, teremos uma terceira teoria: A Teoria do Gato Flutuante. Vamos executá-la?

Pegue o gato, passe manteiga em suas costas e jogue-o para cima. Seguindo a primeira lei, ele não poderá cair de costas, e seguindo a segunda lei, ele não poderá cair com o lado de manteiga para cima."

Sendo assim, seguindo as duas teorias, uma força anulará a outra. E o gato irá flutuar.


Observações:

  1. A teoria da bolacha serve também com pão, bolo, etc;
  2. Será que se passar manteiga nos dois lados da bolacha, a bolacha não flutuará?

domingo, 3 de maio de 2009

Até que ponto é pessoal?

Pensando sobre as relações pessoais...
Gostei mt do que um amigo disse ontem, suas relações são sempre pessoais.
Vc é o quê? pessoa, certo?
Então tudo quanto é relação que vocÊ tem com um outro qualquer é relação pesoal...

Ele disse isso em meio a a várias gargalhadas pois estávamos numa roda de amigos na parada de ônibus depois de meia noite,esperando um onibus (que passa de meia em meia hora) conversando sobre fatos e teorias do cotidiano...

No momento eu num parei e refleti sobre o que ele disse mas ele estava certo...
Na verdade dividimos essas tais relações em pessoais de namoro, de amigos, de família etc.
Percebi que sou uma em cada situação. Não, eu não tenho nenhum transtorno ou personalidades múltiplas.Tenho uma capacidade de me adaptar ao meio em que estou.Se estou com amigos que me conhecem há anos, sei como lidar com eles e eles idem comigo.Mas se estou num lugar desconhecido percebo que sou limitada que sei que num devo falar certas abobrinhas e com meus familiares é a mesma coisa, excluindo uma tia minha. É quase um relativismo, depende disso depende daquilo...

Só se fóssemos animais essas relações deixariam de ser pessoais e começariam a ser 'animais'...

(créditos a um amigo cheio de idéias...kkkk)

A dor que dói mais

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.


Martha Medeiros

sexta-feira, 24 de abril de 2009

o mar

O mar quando quebra na praia
É bonito, é bonito
O mar... pescador quando sai

Nunca sabe se volta, nem sabe se fica
Quanta gente perdeu seus maridos seus filhos
Nas ondas do mar

O mar quando quebra na praia
É bonito, é bonito

Pedro vivia da pesca
Saia no barco

Seis horas da tarde
Só vinha na hora do sol raiá
Todos gostavam de Pedro
E mais do que todas
Rosinha de Chica
A mais bonitinha
E mais bem feitinha
De todas as mocinha lá do arraiá

Pedro saiu no seu barco
Seis horas da tarde
Passou toda a noite

Não veio na hora do sol raiá
Deram com o corpo de Pedro
Roído de peixe
Sem barco sem nada
Jogado num canto bem longe lá do arraiá

Pobre Rosinha de Chica
Que era bonita
Agora parece

Que endoideceu

Vive na beira da praia
Olhando pras ondas
Dizendo baixinho
Morreu, morreu, morreu, oh...

O mar quando quebra na praia

É bonito, é bonito

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Falar sobre ontem hoje

Ah! 1º de abril!!!
É ,nem falei sobre ontem...
Será mesmo que precisa ser 1º de abril pras pessoas mentirem??
Acredito Não! Tenho certeza disso.
Pra mentir é necessário um contador de histórias e um ouvinte desatento. Ocontador se realiza com o que o ouvinte não percebe, porque vc sabe né? Quem mente, não esconde, mesmo que seja um bom ator, não esconde. Pode-se perceber que alguém está mentindo nos mínimos detalhes: a pessoa não te olha nos olhos, as vezes gagueja, se confunde na própria história, tenta contornar de qualquer forma para não ser pega na mentira...
E é tão fácil descobrir quando alguém está mentindo, é só pedir para a pessoa contar o fato olhando nos seus olhos.
E sobre ontem, é isso.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Pras migas blogueiras...

Venda certezas de parar o tempo,
para que sabendo de uma coisa,
Contemple a Deusa da lua
com versos prosa e borboletas
Para que voce vivah bem...

Adoro vcs :P